Memória das águas

Pensar as ações e intervenções nos sistemas de práticas sociais no que tange a novas modalidades de compartilhamento da água no mundo contemporâneo exige, cada vez mais, que se faça uma reflexão em torno de algumas heranças paradigmáticas as quais têm orientado a idéia da  governabilidade das águas e o seu controle social no Brasil.​

Para o caso do controle social das águas, observa-se que o desafio  é a criação de todo um sistema de direito e deveres suficientemente legítimo do ponto de vista das descontinuidades culturais e da heterogeneidade social dos povos e sociedades. Formas de controle social dos usos capaz de reunir uns e outros no concurso regular dos usos deste recurso. E isto de forma que o bem água seja preservado para a garantia da vida humana.​

O presente projeto aposta na memória da governabilidade das águas no Rio Grande do Sul a partir da criação de novas formas de pactos sociais para a gestão dos recursos hídricos no estado, e seus correlatos aspectos institucionais, jurídicos e legais, destinados ao compartilhamento das águas entre os diversos municípios gaúchos.

Investe-se, assim, na compreensão da condição de governabilidade dos usos comuns das águas em suas inúmeras instâncias institucionais para o caso das regioes hidrográficas no RS, , tendo como ponto de vista a complexidade do processo de seus processos de governabilidade para o caso da sociedade brasileira.

O projeto é desenvolvido pelo Instituto Antrophos com realização da Pátio Vazio.

Longa-metragem de documentário

Roteiro e direção: Ana Luiza Carvalho da Rocha



Em desenvolvimento

pátio vazio produções cinematográficas, artísticas e culturais